E eu
perguntava “Por que?”, e você perguntava “E se?”, fazia jus da sua percepção,
imperceptível fazer mudar, o que é, não foi, você mudou, astuto pensamento,
parar não era necessário, a dificuldade era precisa e o fato inevitável, “sim”,
eu dizia, sim, sim para você, você mudar, quase impossível, grande o quão é
quanto, filósofo, impossível de lidar, pequeno por enquanto, enquanto não se
ouve o seu grito berrar. Pensar. Forte o imaginário para poucos é tão pequeno,
mas de você eu tiro o leito do que o mundo pode dar, “não” , eu dizia, não, não
para o vulto que passa devagar, buscando regalias de você abdicar. Rever. Conceitos.
Da mãe que te gerou. Lugar. Vazio. Cheio de coisas novas, que não querem buscar.Certo.
O tempo. Parou. E você andou.
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