E eu
perguntava “Por que?”, e você perguntava “E se?”, fazia jus da sua percepção,
imperceptível fazer mudar, o que é, não foi, você mudou, astuto pensamento,
parar não era necessário, a dificuldade era precisa e o fato inevitável, “sim”,
eu dizia, sim, sim para você, você mudar, quase impossível, grande o quão é
quanto, filósofo, impossível de lidar, pequeno por enquanto, enquanto não se
ouve o seu grito berrar. Pensar. Forte o imaginário para poucos é tão pequeno,
mas de você eu tiro o leito do que o mundo pode dar, “não” , eu dizia, não, não
para o vulto que passa devagar, buscando regalias de você abdicar. Rever. Conceitos.
Da mãe que te gerou. Lugar. Vazio. Cheio de coisas novas, que não querem buscar.Certo.
O tempo. Parou. E você andou.
Até o mundo pede arrego!
Todo o conteúdo publicado neste blog é de autoria de Vinícius Oliveira
terça-feira, 12 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
Irradiando solidão
Um momento de aflição, tormento e nostalgia era
naquela noite. Apenas um garoto a ouvir raios trovejando a região, em uma casa
que parecia mais uma cabana. A tormenta da dor de ver o vazio em sua vida o
deixava perplexo. Já não havia passado uma noite daquela havia tempo, uma noite
em que suor e desespero não eram a segunda mão, a vida nada mais valia, até
mesmo a gota d’água era questão de atordoamento, porém estava lá, ele sentado em
sua mesa de forma bruta e conceituada, ao seu lado uma longa janela onde via a
dor e a misericórdia das ingênuas pessoas que ali passavam, um momento gótico em
sua vida, o seu mundo estava encurtando e se aprisionando, estava agora na
maior fortaleza que já havia existido, ninguém entrar nem sai, e a tendencia é
só piorar. Seu quarto era a pura desorganização onde demonstrava quem
realmente era, uma mistura de sombrio e negro, dava uma sensação de puro terror
no quarto, uma cabeça de touro estava pregada em uma das paredes com cor de
mel, na mesma, tinha sua cama com um forro mórbido, notava-se que estava
intocável por muito tempo, o chão estava todo sujo de um material sintético
preto que dava mais ainda uma grande sensação de mal estar, sua pele branca não
deixava a desejar sua vida amarga e depressiva.
Escrito por Vinícius Oliveira
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Especificação...
Minha vida, meu tempo, minhas ilusões... Neste breve capítulo da minha vida irei postar o suficiente. O suficiente para me satisfazer. Textos de minha autoria. Meu nome? Vinícius Oliveira!
Assinar:
Postagens (Atom)